
PERCURSOS NO PORTO
Para quem pretenda desvelar a cidade, nos seus recantos, não pode deixar de realizar os percursos que estão à disposição dos turistas e visitantes. Descubra o percurso Medieval. Se prefere os percursos pedestres surpreenda-se com o do Azulejo ou Garretiano - ou, então, desfrute de um passeio num Parque ou Jardim mais próximo de si. mais informações http://www.portoturismo.pt/
Percurso Medieval

1.Sé Catedral
Terreiro da Sé Construída no séc. XII, em estilo românico, evidencia influências da região francesa do Limousin e da escola de Coimbra. A sacristia, o claustro e a capela de João Gordo - com o notável túmulo do fundador, em calcário - são já do período gótico. Na parede exterior da torre norte, um baixo relevo representa uma embarcação do séc. XIV, que traduz a importância da vocação marítima da cidade. Num dos contrafortes da torre sul, um olhar atento pode observar duas medidas padrão, gravadas na pedra, únicos vestígios da feira medieval que se desenrolava diante da Sé.
2.Torre Medieval
Calçada de D. Pedro Pitões Casa-torre descoberta durante as demolições do terreiro da Sé, realizadas na década de 40. É actualmente uma reconstituição, deslocada do sítio original uns 15 metros. Os documentos referem outras casas-torres no interior da cerca primitiva, entretanto desaparecidas.
3.Casa da Câmara
Rua de S. Sebastião A torre dos Paços do Concelho, edificada no séc. XIV-XV, era um dos mais importantes edifícios da parte alta da cidade. Aqui tinham lugar as sessões camarárias até meados de Quinhentos, altura em que o edifício, construído sobre um troço da antiga cerca medieval, começou a ameaçar ruína.
4.Casa do Beco dos Redemoinhos
Um dos mais completos exemplares da arquitectura civil da primeira metade do séc. XIV. A fachada, meio escondida atrás da capela-mor da Sé, dava outrora para um animado largo do burgo, limitado a ocidente pela desaparecida charola da Catedral.
5.Muralha Primitiva
Muralha Primitiva Largo de Vandoma A primeira cinta de muralhas circundava o Morro da Sé, sobrevivendo apenas alguns pequenos troços, em parte escondidos pelo casario. A muralha primitiva poderá ter sido edificada pelos romanos, sendo reconstruída no séc. XII. A entrada principal do burgo - a Porta de Vandoma - ficava situada do lado norte, entre o actual Terreiro da Sé e a Rua Chã. Um dos vestígios mais significativos da muralha é ainda visível ao cimo da Av. Afonso Henriques. Sobre o cubelo aí existente houve uma casa gótica, cuja parede meridional está hoje integrada na fachada norte da sede regional da Associação dos Arquitectos Portugueses. Neste local apareceram ruínas arqueológicas do povoado primitivo, que foram preservadas.
6.Igreja de Santa Clara
Largo 1º de Dezembro A construção do convento feminino de Santa Clara data da primeira metade do séc. XV. Sofreu alterações na época moderna, altura em que foi edificado o belo portal renascentista. A igreja, cujo interior se encontra revestido a talha dourada, conserva ainda a estrutura gótica original.
7.Muralha Fernandina: trecho dos Guindais
A segunda cinta de muralhas começou a ser construída cerca de 1336, ficando concluída em 1376. Tinha uma extensão de 3000 passos e altura média de 30 pés. Nela se rasgavam várias portas, defendidas por torres. O pano de Santa Clara, restaurado nos anos 20, é aquele que apresenta hoje melhor visibilidade, impressionando pelo arrojo da sua implantação.
8.Torre do Barredo
O edifício nº 5 da Rua de Baixo representa o mais antigo exemplar da arquitectura civil do período medieval sobrevivente no quarteirão do Barredo, devendo a sua construção remontar ao séc. XIII.
9.Muro dos cobertos da Ribeira
A praça da Ribeira estava outrora separada do rio Douro por um troço da muralha Fernandina, onde se abria a principal porta de ligação ao rio. Para esta praça se abriam vários cobertos, restando apenas um, do lado oriental, ao longo da face interna da muralha.
O edifício nº 5 da Rua de Baixo representa o mais antigo exemplar da arquitectura civil do período medieval sobrevivente no quarteirão do Barredo, devendo a sua construção remontar ao séc. XIII.
9.Muro dos cobertos da Ribeira
A praça da Ribeira estava outrora separada do rio Douro por um troço da muralha Fernandina, onde se abria a principal porta de ligação ao rio. Para esta praça se abriam vários cobertos, restando apenas um, do lado oriental, ao longo da face interna da muralha.
10.Postigo do Carvão
Cais da Estiva Única porta sobrevivente da muralha do séc. XIV, ligava o Cais da Estiva à Rua da Fonte Taurina. No interior, vêem-se os degraus de acesso à parte superior do Muro. Aí existiu uma inscrição, hoje recolhida no museu, que se referia à amarração dos barcos.
Cais da Estiva Única porta sobrevivente da muralha do séc. XIV, ligava o Cais da Estiva à Rua da Fonte Taurina. No interior, vêem-se os degraus de acesso à parte superior do Muro. Aí existiu uma inscrição, hoje recolhida no museu, que se referia à amarração dos barcos.
11.Casa do Infante
Rua da Alfândega Edifício onde, segundo a tradição, terá nascido o Infante D. Henrique. Construído em 1325, para Alfândega e habitação dos oficiais régios, foi-lhe anexada em finais dos séc. XIV a Casa da Moeda. Sofreu grandes transformações em 1677, tendo-se mantido em funções como posto aduaneiro até ao séc. XIX, quando foi construída a Alfândega Nova.
12.Casa da Bolsa do Comércio
Rua do Infante D. Henrique O prédio com os nº 47 a 53 ostenta na fachada o escudo de D. João I. Foi esta a Casa que o Rei cedeu aos mercadores, em 1402, para aí instalarem a primeira Bolsa do Comércio da Cidade. No rés--do-chão foi aberta uma passagem para a Casa da Moeda, vendo-se no interior a estrutura medieval.
Rua da Alfândega Edifício onde, segundo a tradição, terá nascido o Infante D. Henrique. Construído em 1325, para Alfândega e habitação dos oficiais régios, foi-lhe anexada em finais dos séc. XIV a Casa da Moeda. Sofreu grandes transformações em 1677, tendo-se mantido em funções como posto aduaneiro até ao séc. XIX, quando foi construída a Alfândega Nova.
12.Casa da Bolsa do Comércio
Rua do Infante D. Henrique O prédio com os nº 47 a 53 ostenta na fachada o escudo de D. João I. Foi esta a Casa que o Rei cedeu aos mercadores, em 1402, para aí instalarem a primeira Bolsa do Comércio da Cidade. No rés--do-chão foi aberta uma passagem para a Casa da Moeda, vendo-se no interior a estrutura medieval.
13.Casa da Rua da Reboleira
O prédio nº. 59 da Rua da Reboleira, construído talvez no séc. XIV, conserva ainda quase intacta a estrutura original de casa-torre. No interior de prédios vizinhos observam-se vestígios de outras habitações medievais.
O prédio nº. 59 da Rua da Reboleira, construído talvez no séc. XIV, conserva ainda quase intacta a estrutura original de casa-torre. No interior de prédios vizinhos observam-se vestígios de outras habitações medievais.
14.Igreja de S. Francisco
Rua do Infante D. Henrique A presença das Ordens Mendicantes na cidade data da primeira metade do séc. XIII, quando é iniciada a construção dos mosteiros de S. Francisco e de S. Do-mingos. As cercas destes conventos englobavam toda a área situada entre a Praça do Infante, o Mercado Ferreira Borges e a Rua do Comércio do Porto. Dos antigos conventos apenas resta a igreja dos franciscanos, um edifício de três naves, em cujo interior estão sepultados os membros de algumas importantes famílias do burgo medieval. Ainda da Idade Média, é de salientar a pintura mural de Nossa Senhora da Rosa. A igreja é também conhecida pelas suas notáveis obras de talha barroca.
15.Muralha Fernandina: trecho do Caminho Novo
Um dos lanços de carácter mais monumental da muralha do séc. XIV corre paralelamente às escadas do Caminho Novo. Prolonga-se depois entre o casario, ao longo da Rua Francisco da Rocha Soares, onde ainda se vê um dos cubelos sobre os telhados. A muralha só volta a ver-se junto ao jardim da Cordoaria, no interior de um café, onde sobrevivem vestígios da torre e porta do Olival.
16.Hospital da Confraria do Espírito Santo
Miragaia foi antigo lugar de pescadores e marinheiros e constituía, na época medieval, o principal arrabalde do Porto. No areal, onde veio a ser construída a Alfândega Nova, localizavam-se os mais importantes estaleiros da cidade. A igreja de S. Pedro de Miragaia remontará à alta Idade Média, mas já nada conserva da estrutura medieval. Por detrás do templo, na parte superior, vê-se a capela da confraria dos mareantes, cuja parede norte conserva restos do antigo Hospital do Espírito Santo. É digno de visita o Museu da Confraria, que conserva um tríptico do séc. XVI e um dos relicários de S. Pantaleão.
17.Torre de Pedro Sem
Rua da Boa Nova Conhecida documentalmente desde o séc. XV, a torre pertenceu aos descendentes de Pedro do Sem, chanceler do rei D. Afonso IV. Passou depois para a propriedade de um ramo dos Brandões, que a venderam, mais tarde, à Mitra do Porto.
18.Igreja de Cedofeita
Rua do Infante D. Henrique A presença das Ordens Mendicantes na cidade data da primeira metade do séc. XIII, quando é iniciada a construção dos mosteiros de S. Francisco e de S. Do-mingos. As cercas destes conventos englobavam toda a área situada entre a Praça do Infante, o Mercado Ferreira Borges e a Rua do Comércio do Porto. Dos antigos conventos apenas resta a igreja dos franciscanos, um edifício de três naves, em cujo interior estão sepultados os membros de algumas importantes famílias do burgo medieval. Ainda da Idade Média, é de salientar a pintura mural de Nossa Senhora da Rosa. A igreja é também conhecida pelas suas notáveis obras de talha barroca.
15.Muralha Fernandina: trecho do Caminho Novo
Um dos lanços de carácter mais monumental da muralha do séc. XIV corre paralelamente às escadas do Caminho Novo. Prolonga-se depois entre o casario, ao longo da Rua Francisco da Rocha Soares, onde ainda se vê um dos cubelos sobre os telhados. A muralha só volta a ver-se junto ao jardim da Cordoaria, no interior de um café, onde sobrevivem vestígios da torre e porta do Olival.
16.Hospital da Confraria do Espírito Santo
Miragaia foi antigo lugar de pescadores e marinheiros e constituía, na época medieval, o principal arrabalde do Porto. No areal, onde veio a ser construída a Alfândega Nova, localizavam-se os mais importantes estaleiros da cidade. A igreja de S. Pedro de Miragaia remontará à alta Idade Média, mas já nada conserva da estrutura medieval. Por detrás do templo, na parte superior, vê-se a capela da confraria dos mareantes, cuja parede norte conserva restos do antigo Hospital do Espírito Santo. É digno de visita o Museu da Confraria, que conserva um tríptico do séc. XVI e um dos relicários de S. Pantaleão.
17.Torre de Pedro Sem
Rua da Boa Nova Conhecida documentalmente desde o séc. XV, a torre pertenceu aos descendentes de Pedro do Sem, chanceler do rei D. Afonso IV. Passou depois para a propriedade de um ramo dos Brandões, que a venderam, mais tarde, à Mitra do Porto.
18.Igreja de Cedofeita
Situada na periferia do burgo, deu origem a uma pequena póvoa rural que, no séc. XIX, veio a integrar-se na cidade. A origem do templo é muito antiga, remontando talvez ao período visigodo. Foi reconstruída em estilo românico, sabendo-se que a capela-mor veio a ser sagrada em 1087. A obra continuou no séc. XII. É digno de referência o Agnus-Dei, no tímpano do portal Norte.
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